Ontem, na minha hora de componente não lectiva, a professora da turma lia-lhes uma história. A dada altura falavam das chuvas e das secas.
- Sabem o que é a seca, não sabem? - perguntou a professora.
- Sim - diz uma aluna - é quando não temos nada para fazer...
( e eu sentada numa cadeira, recostada, quase a dormir... deu-me vontade de rir que nem uma perdida)
9 de abril de 2008
8 de abril de 2008
Ultimamente
apetece-me:
- mais um filho
- não trabalhar enquanto eles forem pequenos
(apetecem-me tanto, tanto, estas duas coisas que por momentos egoístas quase que "vendo a alma ao diabo", apesar de saber que não é isso que eu quero)
Continuam as indecisões, as incertezas, a reflexão, e a esperança de estar muito perto de uma solução.
- mais um filho
- não trabalhar enquanto eles forem pequenos
(apetecem-me tanto, tanto, estas duas coisas que por momentos egoístas quase que "vendo a alma ao diabo", apesar de saber que não é isso que eu quero)
Continuam as indecisões, as incertezas, a reflexão, e a esperança de estar muito perto de uma solução.
Da falta de água
Afinal foram os meus vizinhos temporários, uns ingleses que não moram cá e têm a casa fechada todo o ano, que ao saírem quiseram deixar a torneira de segurança fechada, enganaram-se foi na torneira e eu feita parva toda a tarde sem água, com a torneirinha nas escadas fechada.
(shame on me)
(shame on me)
7 de abril de 2008
Abril águas mil
A chover a potes lá fora e eu aqui dentro sem uma única gota de água, nos canos, desde as 4h da tarde. Pode uma coisa destas???
(E mim que me apetecia tanto um cházinho quente...)
(E mim que me apetecia tanto um cházinho quente...)
Hoje
fiz gazeta...
Muita chuva, muito vento, relâmpagos, trovoada, a sentir-me meia azomboada. Mas em vez de desncansar aquilo que preciso (o cansaço extremo instalou-se outra vez dentro de mim), pus-me a arrumar a casa.
Muita chuva, muito vento, relâmpagos, trovoada, a sentir-me meia azomboada. Mas em vez de desncansar aquilo que preciso (o cansaço extremo instalou-se outra vez dentro de mim), pus-me a arrumar a casa.
6 de abril de 2008
4 de abril de 2008
Eis
o resultado da segunda tentativa.
O primeiro, feito de manhã, saiu do forno totalmente queimado por cima e tipo leite creme por baixo. Quando cheguei do trabalho ainda tentei uma segunda vez. E não, não resultou bem. Apesar de ter alterado as opções do forno, cozeu, mas não totalmente. Ficou a intenção, valeu pelas natas e pelos morangos.
(desculpa, mami)
3 de abril de 2008
... (2)
afinal estava um botão do forno desligado. Lá consegui descobrir, coloquei a massa lá dentro, mas enganei-me no botão e aquilo só cozeu por cima, agora quando ia a desenformar estava cru por baixo, help!!!
mas ainda vai outra vez ao forno, alguma coisa há de ser!!!
mas ainda vai outra vez ao forno, alguma coisa há de ser!!!
...
Pior do que ainda não ter comprado o presente principal à minha mãe, foi ter preparado uma massa para um bolo delicioso e o forno não aquecer... (shit)
1 de abril de 2008
Há dois posts atrás
escrevi pouco e mal sobre a Primavera. Não foi ingratidão, mas sim falta de capacidade para escrever algo melhor.
Concluí isso hoje quando descobri que era mesmo isto que eu queria dizer.
Concluí isso hoje quando descobri que era mesmo isto que eu queria dizer.
31 de março de 2008
Reencontros
Dos dias mais longos
Uma sensação boa. As crianças a dizerem-me professora, olhe que não tarda nada toca. E eu distraída. A pensar que ainda faltava tanto. Uma maior disponibilidade, uma antevisão do que aí vem. Dias longos, quentes e alegres. Praia. Férias e reencontros (muito desejados, trôpegos e ansiosos). Os dias têm outro cheiro. Um cheiro que enche o peito e que, a mim, me torna mais serena, sem a pressa do Inverno. Ao fim do dia a inexistência do cansaço dos dias curtos. Portugal e o seu clima. Uma benção. Os dias estão a crescer, é aproveitar os fins de tarde até o sol desaparecer. Que o Inverno ainda vem longe. E eu com ele não sei viver. Gosto destas mudanças. Mesmo quando ainda não as consigo definir.
Encontros "casuais", no supermercado, ainda de dia, chegar a casa juntinhos e receber das mãos dele (aquilo que supostamente era um fato) uma mala, azul petróleo (melhor só mesmo a laranja), desta marca, da loja de malas mais gira de Lisboa, para carregar as coisinhas da escola. Iupiiiiiii.
Encontros "casuais", no supermercado, ainda de dia, chegar a casa juntinhos e receber das mãos dele (aquilo que supostamente era um fato) uma mala, azul petróleo (melhor só mesmo a laranja), desta marca, da loja de malas mais gira de Lisboa, para carregar as coisinhas da escola. Iupiiiiiii.
No pictures
Sem máquina fotográfica, outra vez.
Ou por outra, com máquina mas sem cabo para passar as fotos para o computador.
A minha máquina tem memória interna, por isso a quem deu a ideia de passar as fotos directamente do cartão para o computador, essa hipótese está completamente fora de questão. Comprei esta máquina por ter uma memória interna muito grande e nunca imaginei que alapada ao cabo vinha uma mini peça que já se perdeu uma série de vezes, (desta vez parece que foi de vez).
O raio do cabo anda sempre pelo chão, junto ao computador, (sempre à mão de semear) é uma verdade. As vezes que eu tive que ouvir o M. "olha o cabo, guarda o cabo, ainda vais perder isso, ainda o vais trilhar com as rodinhas da cadeira", enfim...
.
O cabo não saiu cá de casa, nem sequer de junto do computador, mas o que é certo é que o raio da peça que o liga à máquina desapareceu. Ou que o Rodrigo a tenha atirado para algum lado, ou que a minha mãe a tenha aspirado, ou que ainda ande por aqui algures em parte incerta, não sei.
.
Visto que não aparecia dirigi-me à loja da SONY, no Colombo, lá foi-me dito que não vendiam o dito cabo, que para o adequirir teria de me dirigir à assistência técnica e que uma porcaria de 30 cm daquelas me iria custar à volta de uns 50 euros (!!!!).
Ok, voltei para casa e contei-LHE, tinha de contar, lá tive de ouvir o que toda a gente detesta ouvir, "pois, eu não te queria dizer isto, mas... E-U A-V-I-S-E-I-TE"...ok, ok, ok... sou desorganizada e pouco cuidadosa com as minhas coisas mas preciso das minhas fotografias como de ar para respirar...
Ou por outra, com máquina mas sem cabo para passar as fotos para o computador.
A minha máquina tem memória interna, por isso a quem deu a ideia de passar as fotos directamente do cartão para o computador, essa hipótese está completamente fora de questão. Comprei esta máquina por ter uma memória interna muito grande e nunca imaginei que alapada ao cabo vinha uma mini peça que já se perdeu uma série de vezes, (desta vez parece que foi de vez).
O raio do cabo anda sempre pelo chão, junto ao computador, (sempre à mão de semear) é uma verdade. As vezes que eu tive que ouvir o M. "olha o cabo, guarda o cabo, ainda vais perder isso, ainda o vais trilhar com as rodinhas da cadeira", enfim...
.
O cabo não saiu cá de casa, nem sequer de junto do computador, mas o que é certo é que o raio da peça que o liga à máquina desapareceu. Ou que o Rodrigo a tenha atirado para algum lado, ou que a minha mãe a tenha aspirado, ou que ainda ande por aqui algures em parte incerta, não sei.
.
Visto que não aparecia dirigi-me à loja da SONY, no Colombo, lá foi-me dito que não vendiam o dito cabo, que para o adequirir teria de me dirigir à assistência técnica e que uma porcaria de 30 cm daquelas me iria custar à volta de uns 50 euros (!!!!).
Ok, voltei para casa e contei-LHE, tinha de contar, lá tive de ouvir o que toda a gente detesta ouvir, "pois, eu não te queria dizer isto, mas... E-U A-V-I-S-E-I-TE"...ok, ok, ok... sou desorganizada e pouco cuidadosa com as minhas coisas mas preciso das minhas fotografias como de ar para respirar...
29 de março de 2008
...
Primeiro li que a saudade é um sentimento egoísta.
Parei, reflecti e não gostei de me ver saudosa como tenho andado ultimamente.
A saudade corrói-me, mata-me um bocadinho todos os dias e não me deixa usufruir do pouco que me resta.
Para que esta dor não me tome por completo tento esquecer que as pessoas que mais amo existem. Não consigo vivê-las à distância. Esqueço-me várias vezes que fazem parte da minha vida e sigo os meus dias vazios, perdida à procura de um padrão reconhecível (tão curiosa esta parte do Padrão visto ser o meu último sobrenome), de um lugar onde me possa sentar.
.
Depois li que a saudade nos prende à esperança... e é tão "só" essa mesma esperança que me obriga a andar para a frente.
28 de março de 2008
Aniversários
O meu filho faz hoje 11 meses, o pai fez ontem 32 anos.
De ontem a uma semana faz a minha mãe, 58 e daqui a 3 meses entro eu nos 30.
O tempo voa...
De ontem a uma semana faz a minha mãe, 58 e daqui a 3 meses entro eu nos 30.
O tempo voa...
26 de março de 2008
EU
Duas semanas de férias passaram a correr.
Não fiz nada, nem me encontrei com quem tinha planeado. Não fiz rigorosamente nada.
.
Há três dias que ando atarefada entre compras de aniversário (marido e mamã) e arrumações, e ontem finalizei a maratona com uma espécie de SPA em casa.
Rodeei-me de shampôs (uma brunette goddess e uma dumb Blond, (obrigada Sofia pela dica)), limpei, tonifiquei e hidratei a pele e no fim fiz uma manicure com um kit que me foi oferecido no natal.
.
Ahhh, soube-me tão bem... mimei-me até demais, até a meinha nova depois do banho tive direito. Ontem foi um dia bom. E ainda trouxe para casa umas roupitas para ficar bonita. Gosto deste espirito vaidoso e egoísta em que só penso em mim, mim, mim!!!!!!
Não fiz nada, nem me encontrei com quem tinha planeado. Não fiz rigorosamente nada.
.
Há três dias que ando atarefada entre compras de aniversário (marido e mamã) e arrumações, e ontem finalizei a maratona com uma espécie de SPA em casa.
Rodeei-me de shampôs (uma brunette goddess e uma dumb Blond, (obrigada Sofia pela dica)), limpei, tonifiquei e hidratei a pele e no fim fiz uma manicure com um kit que me foi oferecido no natal.
.
Ahhh, soube-me tão bem... mimei-me até demais, até a meinha nova depois do banho tive direito. Ontem foi um dia bom. E ainda trouxe para casa umas roupitas para ficar bonita. Gosto deste espirito vaidoso e egoísta em que só penso em mim, mim, mim!!!!!!
25 de março de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)


