Primeiro li que a saudade é um sentimento egoísta.
Parei, reflecti e não gostei de me ver saudosa como tenho andado ultimamente.
A saudade corrói-me, mata-me um bocadinho todos os dias e não me deixa usufruir do pouco que me resta.
Para que esta dor não me tome por completo tento esquecer que as pessoas que mais amo existem. Não consigo vivê-las à distância. Esqueço-me várias vezes que fazem parte da minha vida e sigo os meus dias vazios, perdida à procura de um padrão reconhecível (tão curiosa esta parte do Padrão visto ser o meu último sobrenome), de um lugar onde me possa sentar.
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Depois li que a saudade nos prende à esperança... e é tão "só" essa mesma esperança que me obriga a andar para a frente.


5 comentários:
Por vezes (várias) a saudade vai-me "matando" aos poucos, corroendo a minha vida, enchendo-a de tristeza e não me deixando vivé-la em pleno!
Vivo longe de quase todas as pessoas que amo, que me amam verdadeiramente, tal qual eu sou, sem máscaras nem falsidades. A vida levou-me para longe delas, adorava que isso não tivesse acontecido mas tenho de aceitar e continuar a viver...
Mas, parecendo contraditório, as saudades é que me tornam mais forte para enfrentar este Mundo de falsidades pois sei que, mesmo longe, terei sempre um "porto seguro"...e assim consigo continuar a viver longe de quem me ama...
Tambem sou de opiniao que a saudade os prende a esperança... Fico sem palavras, nao sei o que dizer, a nao se ser que eu tambem as sinto e muito e tambem sofro com a distancia, mas que tento levar a vida, com um sorriso, um sorriso que tambem e para ti...
Este teu post é uma mistura de tristeza e de esperança e é tão sentido que me deixou comovida.
Um beijo grande para ti
Talvez essa tua saudade te dê o impuso que precisas.
Beijos grandes
a mim não é bem saudades o que me anda a "moer" por dentro... não tenho saudades de ninguém... não tenho assim muitas saudades do que fui... do que fiz...
o que me "rói" é pensar no que poderia ter sido... no que poderia ter feito...
e quanto a isso já não há esperança...
e mata-me devagarinho!
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