2 de março de 2008

Lou

Fui ver a Lou Rhodes. Soube-me bem vê-la e ouvi-la. A coragem de se apresentar sozinha em palco, com um ar de menina de dez anos, surpreendeu-me. Apenas ela, uma guitarra e uma loop box endiabrada (como ela própria referiu). Linda como sempre.
Gostei do Santiago Alquimista. Gosto de espaços pequenos. Detesto festivais (apesar de ter passado muito bons momentos em vários).
Não gosto de a ver tocar temas dos Lamb. Mas gostei da versão (ultra complicada) do Gabriel que aquela mulher ali sozinha, apenas com a ajuda de samplers, conseguiu fazer (depois de parar e recomeçar).
Mas soube-me a pouco, muito pouco. Ando com a ideia fixa que um dia destes a vou ver em Londres. A crítica aqui.

Esta noite marcou também o meu regresso à vida-activa-social-nocturna.

Depois de ter estado em Lisboa na sexta à noite, eis que no sábado fui a um jantar de aniversário. Duas noites fora de casa, sem o meu filho. Estranho. Muito estranho. Mas soube-me tão bem...

5 comentários:

Mariah disse...

Ai que saudades do santiago alquimista, o melhor espaço de espectáculos de Lisboa, onde há sempre bons concertos. Grande fim de semana!! e eu em casa, snif, snif
Beijocas

Abraçar disse...

Faz uma falta danada sair de casa para um programa adulto num sítio assim.

Ainda bem que foste.

Beijos

Eduarda disse...

Sofia, só depois do meus post sobre os blogues públicos vs privados, é que vim aqui, e vi que o teu já estava aberto outra vez!Mas percebo-te muito bem!!

Quanto a este teu post...deixáste-me completamente cheia de inveja!Roxa (ou verde, sei lá...) de inveja!!!
Parece impossível a importância que podem ter uns momentos assim só para nós, não é?!

Mas fiquei feliz por ti, e espero que possas repetir a experiência mais vezes!

Não somos menos mães, ou piores mães por isso!

Bjokinhas

Unknown disse...

Sim, sabe mesmo muito bem. Parece que estes programinhas ganham um sabor ainda mais especial, nao e?

Bala disse...

É tão bom, darmo-nos a estes pequenos luxos. Aliás, ganham o estatuto de "luxo" depois de termos um filho, não é?

E faz bem, faz-nos muito bem, estarmos, de vez em quando, sem eles.

Bjinhos

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